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A implementação do neurofuncionário é semelhante à contratação e treinamento de um novo especialista.
Se você quer entender o caminho do cliente desde a escolha do funcionário até a proposta comercial, testes e pagamento do "salário", comece pela página como contratar um neurofuncionário.
Abaixo está o processo geral de configuração: primeiro é preciso entender a tarefa, depois reunir conhecimentos, descrever regras, verificar respostas e só então colocar o funcionário para trabalhar.
Primeiro, é necessário decidir qual será o papel do neurofuncionário.
Por exemplo:
Um único papel é mais claro do que "faça-me uma rede neural para tudo". Quanto mais preciso for o papel, mais fácil será treinar o funcionário.
Em seguida, é preciso entender o que exatamente o funcionário deve fazer.
Por exemplo:
Nesta etapa, é importante separar as verdadeiras tarefas de trabalho dos desejos gerais.
O neurofuncionário precisa de dados pelos quais ele responderá.
Isso pode incluir:
Se não houver dados, eles precisam ser preparados, pelo menos em uma forma simples.
O neurofuncionário deve entender não apenas o que dizer, mas também o que não dizer.
É importante determinar antecipadamente:
Isso reduz o risco de respostas incorretas.
Antes de lançar o neurofuncionário, é necessário testar.
Ele é questionado com perguntas reais que podem vir dos clientes, e observa-se:
Após a verificação, os pontos fracos são corrigidos.
Após o lançamento do neurofuncionário, é importante monitorar seu trabalho.
Se surgirem novas perguntas, novos produtos ou novas regras, o funcionário precisa ser atualizado.
Isso é chamado de aprimoramento profissional: o neurofuncionário é treinado para se adaptar às mudanças do negócio.
Uma boa implementação não é apenas "conectar IA". É a configuração de um especialista virtual para um papel específico, dados e regras da empresa.
Quanto melhor a preparação, mais útil será o resultado.